As relações humanas imitam a natureza. Transmitem energia, dando movimento às coisas.

Às vezes, seguem um ritmo equilibrado, balanceado, persistente, sob a conhecida expressão “condições normais de temperatura e pressão”.

Por outras, parecem dar mostras de iminência de explosão, comprimindo eventos inúmeros no premente prazo de um dia útil. A pressão sobe, mesmo que a temperatura permaneça baixa. E vai subindo, disfarçada de normalidade. Quando assume elevações nocivas, a urgência é plena, a correria sob forte desorientação se estabelece.

Tal como a silenciosa enfermidade que afeta milhões de pessoas no mundo, o nível pressórico das relações humanas deve ser objeto de atenta análise, vigilância constante e indagações correntes.

É a isso que nos propomos. Perguntar, investigar, pesquisar, indagar o que vai por debaixo da aparência dos eventos, de sorte a compreender melhor a dinâmica da vida social, particularmente nas dimensões da economia e das relações internacionais.

As respostas não serão individualmente formadas. Serão fruto de um pensamento colaborativo, do qual esperamos que você, leitor, seja parte inseparável.

Que a pressão da economia, da dinâmica das nações, da sala de aula e dos estudos encontre aqui uma válvula de alívio, senão das coisas reais, ao menos do transtorno que a ignorância a respeito delas nos causa.

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