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O dia dos namorados está chegando e muitas pessoas estão se perguntando: qual presente comprar? Muitos atrelam o relacionamento a variáveis meramente financeiras, ou seja, o amor é uma função do sacrifício financeiro que a pessoa faz para agradar seu parceiro (a).

Com isso, muitas pessoas entendem que o amor é uma função crescente no valor do objeto e não no que ele pode representar como sentimento. O problema dessa visão é que, pensando assim, você pode estar no caminho errado, por dois motivos. Primeiro, podendo ser irresponsável financeiramente e, segundo, não levando em consideração outras variáveis que são tão importantes quanto (ou mais que) o valor do objeto em questão.

Ambos perdem nessa conta, pois ao condicionar o relacionamento a gastos presentes elevados, provavelmente você está substituindo consumo futuro e isso pode ter um custo alto lá na frente. Logo, uma sugestão seria pensar em alternativas que possam expressar seus sentimentos sem te comprometer financeiramente. Logo, você deve estar se perguntando: então, não devo dar presente no dia dos namorados? Não é bem assim.

O fato de pensar melhor sobre o que comprar não quer dizer que você não deva comprar, até porque outra pessoa poderá fazer isso por você (afinal, quem ama, cuida!). A mensagem é que você não condicione o relacionamento ou o “amor” apenas em aspectos financeiros. Isso pode ser prejudicial ao casal.

  

Qual seria o melhor presente no dia dos namorados? Resposta: aquele que cabe no seu bolso. Óbvio não é, mas muitas pessoas não agem assim, assumindo dívidas e, portanto, sacrificando-se financeiramente para efeito de demonstração de amor.

Se você pretende comprar um presente que está fora do seu alcance o melhor é mudar de ideia. Seja criativo. Gaste emoção e tempo pensando em como surpreendê-lo(a), em vez de apenas dinheiro. Há formas menos caras de impressionar alguém.

Portanto, tenha bom senso e seja feliz no amor!

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