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O PIB de 2017 surpreendeu todo mundo. O crescimento esperado estava no intervalo entre 0,2% a 0,5% e acabou vindo 1%, puxando pela agropecuária e pelo setor de serviços, ambos crescendo acima da média da economia, como mostra o gráfico abaixo.

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A indústria ainda luta para retomar seu dinamismo e, a Carta de Conjuntura publicada há pouco pelo IPEA indica uma retomada promissora da compra de máquinas e equipamentos e um crescimento estável (ainda que tímido) do setor de construção civil.

PIB_2018

Conclui o relatório:

No acumulado do ano de 2017, o crescimento do componente de máquinas e equipamentos (de 3,0%) foi explicado pela alta da produção interna líquida de exportações (7,3%) – que mais que compensou a queda das importações. Por outro lado, a construção civil fechou com uma perda significativa (de 5,6%) embora o componente tenha se mantido aproximadamente estável ao longo do ano – como pode ser observado na tabela (…) a seguir.

Este certamente é um bom sinal, mas temos ainda um longo caminho até gerar os 12,7 milhões de empregos para aqueles ainda à procura de uma recolocação. No total, são mais de 26 milhões brasileiros que não tem uma ocupação.